segunda-feira, 21 de agosto de 2017

E quando os nossos animais adoecem?

Os nossos animais de estimação fazem parte da nossa família.
A Mel está connosco há doze anos.  Era uma gata de rua, abandonada.
A costureira da minha mãe e as suas filhas (pessoas de bom coração) alimentavam a Mel e uma irmã.
Fiquei com a Mel porque tive pena dela. Julguei tê-la adotado mas hoje chego à conclusão que foi a Mel que me adotou a mim em primeiro lugar e, mais tarde,  o João e a Joana.
Quando a Joana nasceu preocupava-se muito com ela.  Sempre que a ouvia chorar saltava para cima da cama e cheirava-a.  A Joana diz,  em tom de graça,  que é a sua mãe peluda.
Há cerca de um ano ponderámos ter um cão. Eu sempre gostei e o resto da família não discordou.
Contrariamente a muita gente, sempre gostei de rafeiros. São inteligentes,  meigos e resistentes.
Sempre esteve em cima da mesa a adoção como primeira hipótese.
Todos os animais que tive foram adotados e muito amados.
Descobri o Gui no OLX,  com mais 5 irmãos.  Tinha nascido há pouco tempo e pedi que ele ficasse junto da mãe até ter 2 meses. A dona não colocou qualquer problema.
Comprometi-me que ficaria com ele.
Trouxe-o no dia 22 de março, de Lisboa,  ao meu colo.
Foi aqui que o nosso vínculo se formou. Olhou para todo o caminho.
Tem sido uma aventura fantástica,  louca e maravilhosa.
Hoje o Gui estava queixoso. Triste...
Fomos ao Hospital Veterinário Sul do Tejo. Fizeram-lhe um rx abdominal e deram medicação para que melhorasse.
Já está um pouco melhor e mais brincalhão.
Na terça-feira voltamos para avaliar a situação, mas da maneira que está a colaborar com o tratamento,  penso que tudo correrá como esperado.


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